Quando a maxila perde altura óssea, o implante convencional deixa de ter ancoragem previsível. É nesse cenário que o implante zigomático entra como alternativa: ele busca apoio no osso zigomático, uma estrutura densa e preservada mesmo em reabsorções avançadas.
Quando a indicação aparece
- Reabsorção severa da maxila superior
- Enxertos anteriores sem sucesso
- Desejo de reduzir o número de cirurgias
- Uso prolongado de prótese total superior
A decisão nunca é apenas técnica. Ela considera saúde geral, expectativa e rotina de quem vai conviver com a reabilitação.Equipe cirúrgica ImplanteMais
O que muda em relação ao enxerto
O caminho tradicional costuma somar etapas: enxerto, espera de consolidação, implantes e só depois a prótese. A abordagem zigomática tende a concentrar as etapas cirúrgicas, encurtando o tempo total até a prótese fixa. Isso não significa que seja indicada para todos os casos.
| Aspecto | Enxerto + implante | Implante zigomático |
|---|---|---|
| Etapas cirúrgicas | Duas ou mais | Geralmente uma |
| Tempo até prótese fixa | Mais longo | Mais curto |
| Indicação | Perda óssea moderada | Perda óssea severa |
O planejamento é feito com tomografia e avaliação presencial. Nenhuma conduta pode ser definida por conteúdo informativo.
Perguntas frequentes
- O implante zigomático dói mais?
- O procedimento é feito sob anestesia e protocolo de conforto definido caso a caso. O pós-operatório é acompanhado pela equipe.
- Preciso de enxerto mesmo assim?
- Na maioria dos casos indicados, o objetivo é justamente evitar grandes enxertos. A avaliação define o cenário individual.
Fontes
- Consenso clínico interno ImplanteMais